sábado, 5 de janeiro de 2019

Educação inclusiva no BRASIL


Foi regulamentada pela Política Nacional de Educação Especial,
de 1994
Hoje já existem outros textos oficiais e textos da Secretaria de
Educação Especial do MEC que regulamentam a educação dos
alunos com necessidades educacionais especiais
Constituição Federal (1998);
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB);
Plano Decenal de Educação para Todos (MEC);
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
Além de muitos outros que foram
produzidos em encontros
internacionais.


Educação Inclusiva!

Educacionais inclusivos, a organização de escolas e classes especiais... Nesta perspectiva, o Ministério da Educação/Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização,. Diversidade e Inclusão apresenta a Política Nacional de Educação Especial... Transformações nos sistemas de ensino para assegurar o acesso e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da ... Data: 17 de novembro de 2014 .... Perspectiva da Educação Inclusiva, documento orientador para ... Jomtien/1990, chama a atenção dos países para os altos índices de ... Especial, o acesso de estudantes com deficiência ao ensino regular é... PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA... GRUPO DE TRABALHO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Equipe da Secretaria de Educação Especial / MEC .... Universalizam o acesso, mas continuam excluindo indivíduos e..... Direitos Humanos; Pessoa com deficiência; Educação. .... 2.4.1 A secretaria nacional de promoção dos direitos da pessoa com deficiência .. 25 ...... Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e à luz da Convenção Sobre os Direitos na educação de jovens e ... de políticas públicas para promover práticas educacionais inclusivas. Tais ... No cenário nacional, observa o aumento de matrículas nas classes ... Perspectiva da Educação Inclusiva. ..... a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de ..... Especial na perspectiva da Educa

quarta-feira, 19 de setembro de 2018


O que é a alfabetização?
Alfabetizar é ensinar a codificar e decodificar o código da língua escrita. Em outras palavras, é ensinar as características da tecnologia da escrita (letras, números, acentuação, etc) e a forma como ela é estruturada.
Alfabetizar é, por exemplo, mostrar como as sílabas se juntam formando palavras, como as palavras formam sentenças, como sentenças formam parágrafos e como os parágrafos formam um texto. Ou seja, alfabetização é o aprendizado mecânico da leitura e da escrita.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A ALFABETIZAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

A ALFABETIZAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR


RESUMO

O processo de alfabetização  é o começo do caminho que a criança percorre para adquirir conhecimento. Se houver falhas nesse processo todo o aprendizado será comprometido, já que aprendemos por etapas e cada etapa ao ser cumprida, nos torna mais capazes de aprender. Para fundamentar esse texto foi necessário estudar autores como: Soares (1988), Freire (2006), entre tantos outros que nos deram o norte para as nossas pesquisas. O presente artigo buscou analisar como acontece nos dias atuais, o processo de alfabetização nos ambientes escolares. Foi necessário enfocar na capacidade que o indivíduo alfabetizado de interpretar a sua realidade a partir do momento que o mesmo aprende a se apropriar da escrita e da leitura. Buscando tal conhecimento  foi observado que quando o processo de alfabetização é feito com sucesso, o aluno se apropria dos conhecimentos, torna-se um leitor e como leitor pode enfim entender e participar do meio social onde vive, sendo que futuramente poderá tomar decisões críticas e inserir nos questionamentos sociais.



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sábado, 4 de novembro de 2017

Conceito na Escola

Conceito de Didática
Didática-na-escola
A Didática é a parte da Pedagogia que utiliza estratégias de ensino destinadas a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica, do ensino e da aprendizagem.
A Didática, para desempenhar papel significativo na formação do educador, não poderá reduzir-se somente ao ensino de técnicas pelas quais se deseja desenvolver um processo de ensino-aprendizagem.
Como diz Santos (2003): A Didática passou de (…) apêndice de orientações mecânicas e tecnológicas para um atual (…) modo crítico de desenvolver uma prática educativa, forjadora de um projeto histórico, que não se fará tão somente pelo educador, mas pelo educador, conjuntamente, com o educando e outros membros dos diversos setores da sociedade.

Para Libâneo (1992): A Didática é o principal ramo de estudo da Pedagogia. Ela investiga os fundamentos, as condições e os modos de realização da instrução e do ensino. A ela cabe converter objetivos sociopolíticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos.
Gil (1997), ao abordar a Didática, entende esta como (…) a sistematização e racionalização do ensino, constituída de métodos e técnicas de ensino de que se vale o professor para efetivar a sua intervenção no comportamento do estudante.
Dessa forma, há preocupações de alguns teóricos quanto à sua representação e significação no campo educacional. Vejamos:
Uma síntese do conceito de Didática pode ser depreendida de Maria Rita Oliveira (1988): A autora conceitua Didática, considerando o Brasil, como uma concepção de ensino e prática social articulada a outras práticas sociais na formação social brasileira. A autora apresenta uma conceituação da didática como crítica.
Nela, há um compromisso com o ensino, ensino esse voltado para os interesses das classes populares, com a transformação das relações de opressão e dominação e com a democratização da escola pública; com o entendimento da sala de aula como espaço de progressão próprio do saber didático-prático.
A didática é definida como teoria pedagógica de caráter prático, ou seja, teoria que busca prover respostas a demandas apresentadas pela sociedade à área pedagógica, sobre o desenvolvimento da prática no dia a dia da sala de aula, por meio de princípios construídos sobre a realidade concreta dessa prática, envolvendo um saber tecnológico que implique técnicas e regras sobre como ensinar.
A didática – teoria pedagógica – estuda e ensina como transformar o saber escolar, ou seja, o processo de pedagogização do saber científico.
Santos complementa ainda que, ao se apresentar a Didática como responsável pela investigação dos fundamentos, condições e modos de realização da instrução e do ensino, a mesma passa a ter caráter de “ciência da educação e assume o lugar da própria Pedagogia”.
Sobre “uma boa didática”, observe o que nos diz o Gráfico 1 abaixo.
grafico-1 didática
Após o exposto, vamos contextualizar a trajetória histórica da didática.

CONTEXTO HISTÓRICO
Para estudarmos a história da Didática, precisamos conhecer quem foi o “pai da Didática”. Ele desejava ensinar “tudo a todos” e atingir o ideal de uma “educação ideal”. Você sabe quem foi ele? Jan Amos Komensky ou Comenius (1592-1670)     Educador e pedagogo do século XVII.
contexto-historico didática
–  Pensador e educador pacifista.
–  Pregava, em pleno século XVII, o desarmamento mundial e o diálogo interreligioso.
–  Precursor de diretrizes universais
–  Declarava o direito universal da educação igualitária para todas as pessoas, de todos os povos e de qualquer condição.
– Tinha o projeto de ensino para todos: ensinar tudo a todos era a sua meta.
– Sua vida foi atribulada de perseguições e fugas, sofrimentos e trabalho árduo.

–  Morreu no exílio, na Holanda, depois de perder pátria, família e bens.
HISTÓRICO DA DIDÁTICA
E SEU CARÁTER PEDAGÓGICO
historico-da-didatica-e-carater-pedagogico
De acordo com a autora Maria Amélia Castro (1991), consideremos:
DIDÁTICA

– Termo conhecido desde a Grécia antiga.
–  Alguns definem a Didática como uma ação que se refere ao ensino.
– Outros, como uma ciência, cujo objetivo fundamental é ocupar-se das estratégias de ensino, das questões práticas relativas à metodologia e às estratégias de aprendizagem.
a-arte-de-ensinar
– Mas, o que é ENSINAR?
– ENSINAR é dar orientação ou educação; formar; transmitir conhecimentos.
Portanto, podemos afirmar que o ENSINO se relaciona com a DIDÁTICA, ou que é seu objeto principal?

– A disciplina DIDÁTICA, como campo de conhecimento, surgiu no século XVII, e constituiu um marco revolucionário e doutrinário no campo da Educação, com os seguintes educadores:
RATÍQUIO e COMÊNIO (século XVII), que propuseram agrupar os conhecimentos pedagógicos.
A obra de ROUSSEAU (1712­1778) deu origem a um novo conceito de infância.
PESTALOZZI (1746­1827) dá dimensões sociais à problemática educacional. A metodologia da Didática destina­se ao desenvolvimento do aluno.
HERBART (1776­1841) defende a ideia da “Educação pela Instrução”. Os fundamentos de suas propostas foram criticados pelos precursores da Escola Nova.
Surge, na década de 1920, um movimento chamado escola Nova. Intelectuais inspirados nas ideias político filosóficas de igualdade entre os homens e do direito de todos à educação viam num sistema estatal de ensino público, livre e aberto, o único meio efetivo de combate às desigualdades sociais da nação.
A Escola Nova
– A era do liberalismo, da industrialização e urbanização, exigiu novos rumos na educação.
– Descobertas feitas sobre a natureza da criança pela Psicologia do final do século XIX sustentam uma atenção maior nos aspectos internos e subjetivos do processo didático.
No final do século XIX, a Didática oscila entre diferentes paradigmas. Interpreta-se o ensino de diversas maneiras: há diferenças entre posições teóricas e diretrizes metodológicas ou tecnológicas.
– A dialética professor-aluno causa discussões.

– O inter-relacionamento da Didática com outras áreas do conhecimento é intenso e constante.
Década de 1930 no Brasil
Conservadorismo:
– Sistema de ideias baseado nos conteúdos tradicionais.
– O foco estava no professor e no conteúdo ministrado.
– A exigência da aprendizagem era apenas para o aluno.
– O foco do ensino estava na memorização.
– As provas eram aplicadas somente para dar notas.

Década de 1970 no Brasil
Tecnicismo
O Tecnicismo é forte na educação:
É uma tendência que define uma prática controlada e dirigida pelo professor com atividades mecânicas. A proposta educacional é rígida e o que é valorizado não é o professor, mas sim a tecnologia.
O professor é um especialista em aplicação de manuais técnicos, o que contribui para diminuir a sua criatividade. O foco na eficiência da aprendizagem se dá pela elaboração de planos de ensino e a seleção de conteúdos; pela prática pedagógica altamente controlada e dirigida pelo professor e atividades mecânicas inseridas em uma proposta educacional rígida.
QUAL A SITUAÇÃO ATUAL DA DIDÁTICA
Situação-atual-da-didática
Afinal, será mesmo a Didática apenas uma orientação para a prática, uma espécie de receituário do bom ensino? Esse é um dos mais discutidos problemas da disciplina.
A Didática se aproxima de outras teorias, em sua necessidade de explicar as relações entre os eventos que estuda, pois a função da teoria é a explicação.
A Didática deve conviver com essa dupla feição, teórica e prática.
HOJE
Há comprometimento com a qualidade cognitiva das aprendizagens. O professor é o mediador da aprendizagem e estimula os alunos à reflexão.
E aqui finalizamos o conteúdo sobre a “a evolução da didática”, gostaríamos muito de saber sua opinião, dica ou sugestão. Não perca essa oportunidade de conversar com a nossa equipe. Interaja! Ficaremos aguardando sua participação.

Referência:
Tavares, R. H. Didática geral / Rosilene Horta Tavares. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.