Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele indivíduo que sabe ler e escrever; letrado é aquele que sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita. Alfabetizar letrando, é ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, assim o educando deve ser alfabetizado e letrado. A linguagem é um fenômeno social, estruturada de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e social. A palavra letramento é utilizada no processo de inserção numa cultura letrada.
segunda-feira, 23 de março de 2020
A alfabetização
A alfabetização é definida como o processo de aprendizagem onde se desenvolve a habilidade de ler e escrever de maneira adequada e a utilizar esta habilidade como um código de comunicação com o seu meio. ... A incapacidade de adquirir a habilidade da leitura e da escrita é chamada de analfabetismo ou iliteracia.
Alfabetização e letramento
Também chamada de literacia, a alfabetização adota alguns métodos e teorias durante o seu processo, onde os educadores podem enfatizar aspectos mais formais e graduais, partindo do processo de letramento, que consiste em apresentar primeiro as letras, depois as sílabas, em seguida as palavras e por fim as frases.
Porém, alguns educadores entendem que a percepção da criança começa por uma mistura que capta as coisas em sua totalidade, sem se deter aos detalhes. Neste método, os educadores apresentam então as palavras completas e apresentam seu real significado e sua construção.
sábado, 20 de julho de 2019
A Pedagogia da Escola tradicional já recebia o aluno como um ser humano corrompido. Suas ações no ambiente escolar de certa forma demonstravam isto: alunos inquietos, ora curiosos, ora destrutivo, indisciplinados, se deixados sozinhos, sem regras e sem vigilância. Perversos, com hábitos inaceitáveis como pegar as coisas dos outros indevidamente, masturbar-se, não respeitarem os mais velhos e autoridades, não cumprir com as tarefas e responsabilidades.
Estes alunos deveriam ser expostos a um modelo de aperfeiçoamento humano para poderem desenvolver sua parte da natureza humana essencial. Este modelo era desenvolvido pelos professores e alguém escolhido para dar nome à escola e que deveria ser cultivado e seus feitos deveriam ser divulgados aos alunos para que eles conhecessem e soubessem sempre que modelo a seguir.
Por isso, as escolas públicas sempre levam o nome de alguém (geralmente de um homem) considerado aprimorado pela cultura (BOCK, 2003). Esta escola era regida ainda por outros princípios, conforme nos cita Bock (2003): disciplinas e regras rígidas para que os alunos pudessem ir corrigindo seus desvios. Princípios e códigos morais eram estabelecidos, impostos, divulgados e repetidos exaustivamente. Deveriam a ser aprendidos a qualquer custo, e para garantir que os resultados fossem alcançados, eram contratados vigilantes disciplinares como agentes educacionais da escola.
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