domingo, 22 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Professora;
Eu sou uma Professora que a credito no avanço das Tecnologias nas Escolas , com todo conhecimento de mundo . Participei do Curso do E-Proinf Integrado e aprendi mexer com varias ferramentas Obrigada pela oportunidade.
Professora Noraneuza Rodrigues Lima
PROFESSOR E ALUNO NUM PROCESSO
EDUCACIONAL MEDIADO PELAS TECNOLOGIAS
Para que a sala de aula se torne um espaço de aprendizagens
significativas, são necessários que os dois atores, professor e aluno, estejam
presentes e atuantes, desencadeando o processo de ensino e aprendizagem.
O constante trabalho em grupo, com troca de experiências
entre professores, é de fundamental importância para efetivação do processo de
ensino e aprendizagem. Conforme Almeida & Fonseca Jr., tais encontros podem
fomentar a “construção de projetos em parcerias com diferentes áreas e com
diferentes agentes sociais.” (2000, p. 96). Por outro lado, de acordo com
Moran:
As mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos
curiosos e motivados facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores
qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de
caminhada do professor-educador. Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam
mais, ajudam o professor a ajudá-los melhor [...] (MORAN, 2000, p.17-18).
Observa-se também, que cada vez mais tem merecido atenção dos
educadores, o papel das interações aluno-aluno no processo ensino e
aprendizagem. O uso das tecnologias torna-se importante na motivação,
participação e interação entre os alunos. Pois conforme Moran (idem, p. 29):A aquisição da informação, dos dados, dependerá cada vez menos do professor. As tecnologias podem trazer, hoje, dados, imagens, resumos de forma rápida e atraente. O papel do professor – o papel principal – é ajudar o aluno a interpretar esses dados, a relacioná-los, a contextualizá-los.
A importância da Formação e Capacitação dos Professores para uso das Tecnologias
A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO E
CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES PARA USO DAS TECNOLOGIAS
Para atualizar e qualificar os processos educativos é
necessário capacitar os professores, buscando conhecer e discutir formas de
utilização de tecnologias no campo educacional.
Segundo a teoria de Moran, décadas atrás, bastava ser
competente em apenas uma habilidade; agora a complexidade da tarefa é muito
maior. Por isso, o domínio de técnicas inovadoras e a atualização contínua de
conhecimentos precisam fazer parte da rotina do professor; tornando-se um
criador de ambientes de aprendizagem e de valorização do educando.
Torna-se fundamental a reflexão, levando-se a repensar o
processo pelo qual participa dentro da escola como docente, para que consiga
visualizar a tecnologia como uma ajuda e vir, realmente, a utilizar-se dela de
uma forma consistente. Conforme Moran:
Um dos grandes desafios para o educador é ajudar a tornar a
informação significativa, a escolher as informações verdadeiramente importantes
entre tantas possibilidades, a compreendê-las de forma cada vez mais abrangente
e profunda e a torná-las parte do nosso referencial. (MORAN, ibidem, p. 23).
Muitas vezes é dito que “a tecnologia faz a mudança”, porém se não houver reestruturação nos procedimentos adotados e não existirem pessoas competentes e qualificadas para tal, a tecnologia não tem valia. Tratando-se das TICs na educação, tem-se a necessidade de uma estratégia que possibilite a compreensão de como deve ser feita essa integração.
A Utilização das Tics no Planejamento de Ensino Envolve Algumas Estrategias e Competencias
A UTILIZAÇÃO DAS TICS NO PLANEJAMENTO
DE ENSINO ENVOLVE ALGUMAS ESTRATÉGIAS E COMPETÊNCIAS
A palavra estratégia é comumente utilizada por diferentes
áreas; em especial por profissionais da área militar, cujo objetivo central é
desarticular o inimigo e vencer a batalha. Na educação, ela é usada de forma
estrutural, tendo em vista os objetivos didáticos a serem alcançados.
Nesse sentido Silva (op.cit., p. 197), define
estratégia como um “conjunto de decisões e ações (sic.) inteligentes e
criativas para promover a realização dos objetivos (sic) propostos e
proporcionar os melhores resultados”. Tal planejamento permite privilegiar o
uso de alguns recursos tecnológicos, tendo em vista uma concretização
O Uso dos Recursos Tecnologicos na Sala de Aula
O USO DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS NA
SALA DE AULA
A inserção dos recursos
tecnológicos na sala de aula requer um planejamento de como introduzir
adequadamente as TICs para facilitar o processo didático-pedagógico da escola,
buscando aprendizagens significativas e a melhoria dos indicadores de
desempenho do sistema educacional como um todo, onde as tecnologias sejam
empregadas de forma eficiente e eficaz.
A partir das concepções que os
alunos têm sobre as tecnologias, sugere-se que as instituições educacionais
elaborarem, desenvolvam e avaliem
práticas pedagógicas que promovam o desenvolvimento de uma disposição reflexiva
sobre os conhecimentos e os usos tecnológicos.
Para Moraes (1997, p. 53) “o
simples acesso à tecnologia, em si, não é o aspecto mais importante, mas sim, a
criação de novos ambientes de aprendizagem e de novas dinâmicas sociais a
partir do uso dessas novas ferramentas”. Assim sendo, é preciso conhecer e
saber incorporar as diferentes ferramentas computacionais na educação.
No caso das Mídias, elas têm
grande poder pedagógico visto que se utilizam da imagem. Assim, faz-se
necessário que a escola se aproprie desses recursos, dinamizando o processo de
aprendizagem. Para Sancho:
Devemos considerar como ideal um
ensino usando diversos meios, um ensino no qual todos os meios deveriam ter
oportunidade, desde os mais modestos até os mais elaborados [...] desde a
palavra falada e escrita até as imagens e sons, passando pelas linguagens
matemáticas, gestuais e simbólicas. (SANCHO, 2001, p. 136).
As tecnologias estão, a cada dia,
mais presentes em todos os ambientes. Na escola, professores e alunos já estão
utilizando a TV, o vídeo, o DVD, o rádio, os computadores e a Internet na
prática pedagógica, tornando o processo
ensino-aprendizagem mais significativo. Segundo Demo (2008, p. 17):
Toda proposta que investe na introdução das TIC
na escola só pode dar certo passando pelas mãos dos professores. O que
transforma tecnologia em aprendizagem, não é a máquina, o programa eletrônico,
o software, mas o professor, em especial em sua condição socrática.quinta-feira, 28 de novembro de 2013
TECNOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL NO CONTXTO DIGITAL
Tecnologia e serviço social:
As tecnologias de
informação fazem parte da chamada “revolução informacional”, recurso amplamente
incorporado nos processos produtivos com vistas a conseguir crescentes aumentos
de produtividade. Partimos da premissa que tais tecnologias partes das forças
produtivas, e se apresentam como uma nova dimensão colocada ao Serviço Social,
exigindo dos Assistentes Sociais, o aprendizado e domínio dessas tecnologias.
Portanto, nos propomos a fazer uma reflexão introdutória, relacionando as
tecnologias de informação e a profissão do Assistente Social.
2) Qual o papel da internet e das
redes sociais na divulgação e propagação das manifestações?
A internet pode ser considerada a nova praça pública na
sociedade? Podem as redes sociais, serem consideradas instrumentos de
mobilização social? Há relação entre manifestações recentes e passadas, visto
que a sociedade apresenta um novo contorno? Quais são essas novas novas questões? Pontuem alguns aspectos que
julguem importantes? No passado o cunho politico sempre foi condição necessária
e o grande articulador dos movimentos sociais. N atualidade o foco foi
desviado> o que ocorreu?
3) ) Exclusão e inclusão Digital:
Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a
exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe
social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou
preconceitos raciais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados
oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que beneficie a
todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema meritocrático em que
vivemos. Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão
social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar
com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecidos por um grupo que
é a maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes. E é bom lembrar
que as diferenças se fazem iguais quando colocadas num grupo que as aceitem e
as consideram, pois nos acrescentam valores morais e de respeito ao próximo,
com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante
da vida. Exclusão social refere-se a
dificuldades ou problemas sociais que levam ao isolamento e até à discriminação
de um determinado grupo de uma determinada sociedade. Estes grupos excluídos
ou, que sofrem de exclusão social, precisam assim de uma estratégia ou política
de inserção de modo a que se possam integrar e ser aceitos pela sociedade que
os rodeia.
4) Ética e estética:
Ética na filosofia é o estudo dos assuntos morais, do modo de
ser e agir dos seres humanos, além dos seus comportamentos e caráter. A ética
na filosofia procura descobrir o que motiva cada indivíduo de agir de um
determinado jeito, diferencia também o que significa o bom e o mau, e o mal e o
bem.
A ética na filosofia estuda os valores que regem os
relacionamentos interpessoais, como as pessoas se posicionam na vida, e de que
maneira elas convivem em harmonia com as demais. O termo ética é oriundo do
grego, e significa “aquilo que pertence ao caráter”. A ética diferencia-se de
moral, uma vez que, a moral é relacionada a regras e normas, costumes de cada
cultura, e a ética é o modo de agir das pessoas. Para a filosofia clássica, a ética estudava a maneira
de buscar a harmonia entre todos os indivíduos, uma forma de conviver e viver
com outras pessoas, de modo que cada um buscasse seus interesses e todos
ficassem satisfeitos. A ética na filosofia clássica abrangia diversas outras
áreas de conhecimento, como a estética, a psicologia, a sociologia, a economia,
pedagogia, política, e etc.
Com o crescimento mundial e o início da Revolução Industrial,
surgiu a ética na filosofia contemporânea. Diversos filósofos como Sócrates,
Aristóteles, Epicuro e outros, procuraram estudar a ética como uma área da
filosofia que estudava as normas da sociedade, a conduta dos indivíduos e o que
os faz escolher entre o bem e o mal.
Qual a relação de arte
com filosofia?
A relação entre arte e
filosofia
Que relação podemos estabelecer entre arte e filosofia?A relação mais natural que podemos estabelecer é aquela que aponta que ambas, a arte e a filosofia, estão postas em patamares que se sobrepõe ao do senso comum, onde a filosofia questiona a arte e a arte questiona como se filosofia fosse. É claro que a estética, que julga o artístico e é disciplina da filosofia, é, por sí só, uma relação extremamente forte entre arte e filosofia. Mas creio que essa relação vai muito além da disciplina “estética”, e adentra os campos daquilo que envolve a arte sem ter a estética como motor principal. O caldo cultural por exemplo, no qual está imerso um objeto de arte (muito especialmente se for um readymade) é um campo fertilíssimo para que a filosofia deite seus olhos e questione a arte nesse caldo forjada. Eis aí a principal vinculação: a arte questionadora do mundo, e a filosofia questionadora da arte e do mundo no qual ela está imersa.
REDES SOCIAIS,
BENEFICIOS E RISCOS:
A internet transformou a maneira como nos comunicamos e como
percebemos o mundo, ampliando o uso e disseminação da informação em todas as
áreas. Primeiro apareceram os emails. Com o tempo percebeu-se a necessidade de
criar ferramentas de comunicação que ampliasse as redes de contatos. Surgiram
então as “redes sociais”, com projeção do orkut, facebook, twitter, etc. São
organizações onde o indivíduo se apresenta, definindo seu perfil, e seleciona o
grupo no qual quer fazer parte.
São vários os motivos que ensejam a participação de uma
pessoa nas “redes sociais”: socialização, entretenimento, negócios, divulgação
de pensamentos, projetos e eventos, visibilidade, etc.
O mundo empresarial descobriu nas mídias sociais uma nova e
eficaz forma de se relacionar com o público consumidor. A imagem da organização
ganha força na utilização das redes sociais. É incontestável como esse tipo de
comunicação influencia na decisão de compra dos internautas. Os negócios são
realizados com maior rapidez. Portanto, as redes sociais trouxeram para as
empresas uma alternativa de divulgação dos seus produtos e comunicação com sua
clientela bem mais eficaz e a custo bem menor do que nas chamadas mídias
tradicionais.
As informações circulam em tempo real. A interação entre as
pessoas se faz com muito maior abrangência. Amigos distantes se reaproximam. A
troca de idéias potencializa a importância das redes sociais nas nossas vidas.
Os relacionamentos se multiplicam. Alargam-se os campos de pesquisas. Não há
necessidade de deslocamentos físicos para que se possa usufruir momentos de
lazer. São espaços de debate social.No entanto, nem só benefícios promove esse tipo de ferramenta da comunicação social. Muita gente aproveita-se das redes sociais para fins ilícitos. É preciso então muito cuidado para não ser vítima dos predadores sociais. Roubos, pedofilia, difamação, discriminação, são crimes que se praticam através da internet, aproveitando-se da privacidade e da intimidade expostas nas comunicações pelas redes sociais.
Os educadores, e principalmente os pais, devem exercer um controle permanente do uso da internet pelos jovens, orientando-os quanto aos riscos da comunicação virtual.
Com certeza é um universo fascinante, mas, se não forem bem utilizadas, as redes sociais podem se transformar num grande problema para o internauta ingênuo e incauto.
Desautomatização do
pensamento
A desautomatização do
pensamento, conforme a proposta poética de Orides coincide com a
desautomatização da própria linguagem, que nos surpreende palavra a palavra,
verso a verso. O prefixo “–des”, intensamente explorado em seus versos,
reconduz os objetos ao seu “em-si”. (Re) tramando o tecido da linguagem, seu
poema atinge um caráter fundante que, embora consciente do tempo transcorrido,
nomeia as imagens e os objetos através de um alumbramento e de um êxtase
constante. O exercício de romper com o tempo seria, então, o exercício de
redescoberta da linguagem. A poesia de Orides estaria, dessa forma, no limiar
daquele “processo civilizatório” citado por Rosenfeld, quando há um impulso de
depurar-se e de caminhar para a origem. Entendemos que sua poesia propõe um
movimento circular, pois os limites da sistematização do pensamento humano são
levados, pela consciência, à assistematização, ao tempo primitivo, à ponta
inicial do “processo que ainda não era processo”.
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